Representa a Suprema Autoridade Maçônica, realização do verdadeiro objetivo da Maçonaria. Sua missão é educar e esclarecer seus irmãos, de fazer reinar entre eles a Caridade, a União e Amor Fraterno, manter a regularidade nos trabalhos de cada Grau e garantir que seja observado por todos os membros, impor em todas as ocasiões, as Constituições, Estatutos e Regulamentos da Ordem, especialmente aqueles da Alta Maçonaria e, finalmente, tomar medidas em todos os lugares para realizar obras de Paz e Misericórdia.

      

            O Grau 33 teria surgido no dia 1º de maio de 1786, data da publicação das Grandes Constituições, oriundas dos Regulamentos de 1762. O Grau 33, na realidade é a expressão do próprio Rito Escocês Antigo e Aceito; um resumo dos Graus precedentes. É o único denominado de "Alto Grau”; a sua raiz a encontramos no Grau 25 do Rito de Heredom. Alcançar o Grau 33 é, ao mesmo tempo, tomar parte numa derradeira Iniciação e ser, pela primeira vez, "investido” que significa "tomar posse” do Grau. Apossar-se com o consentimento do Soberano Grande Comendador, do Grau 33, quer dizer ingressar definitivamente o maçom num "terreno” onde poderá ser erigido um Templo de sua exclusiva propriedade. A Doutrina do Conhecimento Superior encontra no "Investido” o seu verdadeiro Sacerdote. As raízes do Grau decorrem do fato de no dia 27 de agosto de 1761, o Conselho dos Imperadores de Oriente e de Ocidente, que governava o Rito de Heredom - esqueleto do Rito Escocês Antigo e Aceito -, conferir a responsabilidade toda ao Grande Inspetor Geral, Estevão Morin que, dirigindose à América do Norte, teve a missão de difundir a Alta Maçonaria Escocesa.

 

GRANDE INSPETOR GERAL OU MEMBRO HONORÁRIO GRAU 33

O irmão é levado a lembrar sem cessar no que somos, de onde viemos e para onde vamos pois esse é o dever da assembleia.

 

Somos frágeis e temos a faculdade de discernirmos o bem e o mal.

 

De onde viemos: do pó formado pelos elementos e o nosso espírito vem da fonte do grande arquiteto do universo.

 

Para onde vamos: para o túmulo e a eternidade.

 

O grau 33 é incumbido de honrar a pátria, sempre pronto a dar a sua vida para defender seus direitos, não pode temer nunca em dizer as verdades que sejam úteis. E tem o dever de instruir o povo, esclarecendo e melhorando a sua liberdade.

 

Sendo assim um defensor da humanidade. E que use essa divisa como cidadão: Liberdade, com a ordem; Igualdade, com respeito à autoridade legal; e Fraternidade, com amor à justiça.

 

Lembrando sempre que o mais elevado destino do homem é servir à Pátria.

Supremo Conselho do Grau 33 do Rito Antigo e Aceito para Republica Federativa do Brasil

Rito Escocês 1804